Também nem tantas novidades.
Estou em São Paulo, vim ver a "fashion week da arquitetura - revestir" e também passear.Essa cidade me encanta, as diferenças se respeitam, não falo da diferença sócio-econômica, até mesmo porque quando se está com fome e não se tem nada pra comer e nem dinheiro é dificil saber o que uma pessoa é capaz de fazer...um dos focos deste post é a multiplicidade de estilos, de jeitos, as expressões são livres e aparentemente tudo dá certo. Tem gente que anda vestida demais, outras peladas demais, uns calçam bota, outros calçam chinelo e não vejo uma expressão de surpresa como acontece na minha terrinha.
Fala-se dos números de homicídios, roubos em São Paulo e pintam o "sete" quando o assunto é violência, mais em cidades como Goiânia que esse número é menor, não se discute o desrespeito cultural, a padronização da beleza e comportamento, e isso é também um tipo de elemento agressivo a situação psicológicas. A verdade é que o "frucks" é comum em qualquer lugar, e o que se percebe é que deveria cada um preocupar com a própria vida ao invés de observar qual a marca da calça, fato que tem muitas outras nuances.
Um outro acontecimento que foi um choque pra mim, foi perceber que a burguesia tem o mesmo comportamento em qualquer lugar do Brasil, até mesmo em São Paulo que é uma das maiores capitais do mundo.
Burguesias a parte, São Paulo é uma cidade fascinante, onde se tem muita opção de locais para sair, coisas interessantes pra se ver e uma arquitetura extraordinária.
Eu não me canso de vir pra cá...mais estou começando a ver que mesmo com o meu encanto não tem nada como ficar perto da família.
E podem acreditar estou com saudades do Goiás....segunda volto pro meu larzinho, meu Joe e papai e mamãe!!!
Ah e a propósito quando o nome da festa for Bailinho, não me chame, mesmo que seja em qualquer parte do país.





